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"Em sintonia com o cosmo, vivo com os pés no chão, salvo no mundo submarino, no aconchego da água, quase meu lar. Lá e cá pisciano... Filho da mãe natureza por obra de pai e mãe amo demais os três, dois já integrados no colo que os recebeu. Irmãos... o mar, as montanhas lagos e rios, nuvens e chuvas.
Meus primos... as plantas, os peixes os répteis, as aves, bactérias e vírus, dos quais quero sempre saber, no jornal, na revista, no livro, na TV, internet em qualquer lugar.
Uma espécie é a minha preferida. Homo sapiens sapiens, donde busquei uma fêmea legal, que me completa, porque de amor repleta, e na sabedoria do dom, para legarmos ao mundo, um duo simples de continuidade, pois amor com amor se paga."



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O que é isto?
 

                                                                                         K I R I B A T I  

                                                     Um país que vai desaparecer sob nossas barbas e batons

                     Há uns vinte anos li sobre uma ilha no Pacífico que explorava uma gigantesca jazida de fosfato (indispensável como fertilizante nas culturas vegetais intensivas). Ela esgotaria e os habitantes em número de 75.000  ficariam sem seu principal insumo de exportação. Apesar da cultura de coco produzir a copra e da pesca  tirarem seu sustento básico, sabia-se que no futuro mediato todos teriam que sair de lá.  Era notícia de jornal e ficou na minha memória. O país  Kiribati  é  um  arquipélago de ilhas coralíneas em número de 33 atóis  bem no meio do Pacífico, entre o Havaí e Fiji. É a maior nação-atol do mundo. Dividindo as ilhas existe atualmente uma linha imaginária geodésica, a Linha Internacional da Data que a tornou a república  mais oriental do mundo de forma que enquanto na  ilha Baikiri a capital é manhã de  domingo, no mesmo instante é sábado em uma ilha há alguns quilômetros a leste.
                     Sexta-feira, 06 de junho  li no O Globo que o presidente do país Anote Tong pede ajuda internacional para evacuar o  arquipélago. Surpreendeu o mundo porque em março deste ano anunciara durante 8ª Conferência da ONU sobre Biodiversidade, em Curitiba,  a criação do terceiro maior parque marinho do mundo   onde há mais de 120 espécies de corais e 520 de peixes em 184,7 mil quilômetros quadrados. O Aquário da Nova Inglaterra (EUA) e a ONG Conservação Internacional ajudam a criar a reserva.
                     Elas  vão colaborar com um fundo que administrará o parque indenizando o governo pela diminuição da arrecadação resultante da menor concessão de licenças de pesca, que receita fiscal. Não há jazida de fostato, eis que esgotada, Seus estoque subterrâneos de água doce vem ficando salgada pelos avanços do mar e os coqueiros morrendo pela salinização junto às raízes. Há três anos praticamente não chove. Comunidades costeiras recuaram para zonas altas que não chegam a dois metros de altura. Pontos mais altos são choupanas,  casas e os coqueiros.
                     Disse o Presidente: “-Talvez estejamos além do ponto de salvação. Estamos num momento em que talvez não seja mais possível voltar atrás, em que as emissões na atmosfera continuarão contribuindo para as mudanças climáticas, causando alterações no nível do mar que levarão nossas ilhas a sumir. Peço à Onu que providencie a emigração imediatamente: Não queremos acreditar nisso. Nos dá uma profunda sensação de frustração, mas o que fazer?  A cada maré cheia temos relatos de erosões dos corais e perde-se areia retida. Sabemos que isto não ocorria no passado e as cidades costeiras que existiam há um século tem ser realocadas mais para o centro e a cerca de 1.80mt., e isto está acontecendo agora, é muito urgente.”
                     Fico a imaginar que uma simples ressaca com ondas de 3 mt. de altura  ou uma tsunami,  limpará as ilhas  matando os habitantes aos trambolhões, afogando no mar os que salvarem. A ilha, colônia britânica, na segunda guerra mundial foi invadida por soldados japoneses que massacram a população indefesa e  que alguns meses depois foram mortos e aprisionados  em três dias por tropas americanas  Anos depois os americanos  ameaçaram  usar alguns atóis mais distantes para depositar lixo nuclear radioativo afastando turistas. Em  1996 foi preciso que o  presidente da época implorasse a cessação dos planos. O Arco de  Fogo de Vulcões  do Pacífico  anda em grande atividade e uma surpresa desagradabilíssima   pode acontecer. Com a palavra os poderosos do planeta.                       

                                    

                                                   

                                                 

  

                                    

 Escrito por Dácio Jaegger às 16h04 [] [envie esta mensagem]



                                                          

 

                    Para a blogagem coletiva proposta pelo Nando Damázio e  Nana    

 

                     Fumei dos 25 aos 31anos, jamais atingi 15 cigarros ao dia, o Hollywood; quando ansioso o normal mediava 10. Era um luxo só, elegante, fino trato, altamente recomendado nas altas rodas. Nas médias e nas baixas também era um must. Um companheiro para os  momentos difíceis. Capaz de permitir abstrações.

                      Um dia arpoei uma tartaruga marinha, tempo em que ninguém cogitava de meio ambiente, ecologia e etc. Como fazia com outros habitantes do mar foi levada para a casa da namorada junto com peixes e lagostas daquele dia. Ao abri-la para retirar as carnes, resolvi examinar detidamente os pulmões. Rosados, limpos sem qualquer mancha espúria. Lembrei-me de pulmões de cadáveres do Instituto Anatômico, cuja origem em geral era de mendigos – de pulmões enegrecidos pelo fumo e pela poeira e gases tóxicos das ruas e avenidas - que me causaram espécie quando os estudei. Tartaruga e ser humano, um do mar, de ar mais límpido e outro da terra já bem poluído pela industria vicejante...

                       Continuava a fumar. Certo dia lendo uma revista de Clínica Médica deparei-me com um estudo estatístico sobre câncer de pulmão, num período de 15 anos nos Estados Unidos. Mostrava ligeira diminuição da doença em homens, algo como oito por cento,   em  função do combate que o governo havia iniciado, e o  surgimento dela nas mulheres que em busca da independência econômica foram parar em grande quantidade no mercado de trabalho. No meio médico a queda entre os homens foi em  torno de trinta e cinco  por cento, porque estes em contato com os doentes que morriam em suas mãos devorados pelo câncer de pulmão vendo com seus próprios olhos  botaram as barbas de molho, abandonando o vício, sem qualquer simpatia, promessa, acupuntura, substitutivo e outros engodos. E houve aumento drástico entre as mulheres médicas, que na sua maioria era ginecologista, obstetra, pediatra, dermatologista, em função do estresse emocional no envolvimento com os dramas de seus pacientes,  que raramente eram acometidas pelo carcinoma pulmonar.

                         Lia e refletia – era estatística de pesquisas em vários estados do país, promovida  por várias universidades, sabia-se da seriedade delas. Foram alguns milhões de habitantes os objetos da pesquisa. Pensei ao acabar a leitura atenciosa: - em face desta demonstração a qual não tenho meios para contradizer, não sendo um idiota, tendo uma cultura especializada no ramo da saúde, em face do conhecimento reportado, se sou inteligente é o momento de entender que o  “amigo” vai matar-me sem dó nem piedade, pau nele.

                        Firmei meu compromisso particular, parei de fumar de estalo. E quando surgiu no mesmo dia   o desejo de dar uns tragadas, simplesmente não tirei o maço de cigarro do bolso. Permaneci com ele sempre em bolso de camisa ao meu alcance, debaixo do nariz, tirava   um cigarro quando um filante pedia. Ficava em rodinhas com vários fumantes. Tomava cafezinho com eles ou sozinho. Não  me permiti discutir comigo a situação. Não havia dilema. Tinha parado de fumar e pronto. Jamais tive recaída. Resolvi aplicar o dinheiro  que economizava, na compra de lotes de terrenos em loteamento de médio valor e ao longo de 35 anos consegui três. Mesmo comprados em tempo curto foram  financiados pelo dinheiro de cada maço com seu  ingresso a longo prazo cuja contabilização continua até hoje. Ficam juntos de uma chácara  de minha propriedade, e são sempre mostrados quando o assunto é o malfadado, nauseabundo e matador cigarro,  e não utilizados com  construções albergam muitas árvores e arbustos frutíferos seqüestrando  carbono (para sua utilização), liberando oxigênio para todos nós. O mesmo acontece na chácara.

                       Venho fazendo minha parte, porque o oxigênio que se produz nos terrenos sobra para outros.  

Adendo
                   Vencer a abstinência
Para quem deseja parar de fumar, há diversos tratamentos e centros de ajuda. Entretanto, o ingrediente principal da fórmula para se livrar do vício é a força de vontade - e desejo de viver, afinal para quem fuma, o tempo de vida é curto.
Você já ouviu falar na crise de abstinência de quem pára de fumar - o conjunto de sensações desagradáveis provocadas pela ausência da nicotina no organismo. Isso dura dois meses ou mais - perceba o sofrimento que o indivíduo causa para si mesmo ao entrar para o "clube" dos fumantes. Passado esse tempo, a chance de largar o vício aumenta.
Ao ficar sem fumar, o organismo já dá sinais de agradecimento:
Nos primeiros 20 minutos, a pressão arterial volta ao normal e os batimentos cardíacos também.
Após duas horas, a nicotina sai da circulação sanguínea e as veias e artérias voltam ao diâmetro normal.
Dois dias sem tragar a fumaça do cigarro, acarretam a recuperação do paladar e do olfato - o fumante perde grande parte desses sentidos.
Depois de uma semana, a capacidade respiratória aumenta bastante, cerca de 30%. Em um ano, diminui o risco de doenças cardíacas.
O organismo se recupera por completo depois de 15 anos sem fumar.

*Mariana Aprile é estudante de biologia na Universidade Presbiteriana Mackenzie e bolsista do CnPq.

 

 

                                                      

 



 Escrito por Dácio Jaegger às 10h07 [] [envie esta mensagem]






Blogagem Coletiva proposta por Andréa Motta do Blog Leio o Mundo Assim ... 

N I T E R Ó I        A     C I D A D E   S O R R I S O

 
Você conhece outra cidade brasileira que tenha uma estátua mostrando que seu fundador foi um índio?

Índio Araribóia=áraíb(tempestade)+bóia (cobra),  cobra tempestade ou cobra feroz, da tribo dos temininós
que ajudou os portugueses a expulsar os franceses do Rio de Janeiro.

                Niterói, águas escondidas em tupi  reflete a visão dos indígenas que aqui habitavam e que tanto das praias e melhor ainda dos morros e montanhas que existem no perímetro da cidade viam a enseada, hoje com o nome de São Francisco, de recorte bem pronunciado escondendo as águas do Oceano  Atlântico resguardando-as dos ventos fortes e  das ondas bravas. A enseada é bem recortada com várias interrupções que propiciam a existência de várias praias, a maior e mais importante, a de Icaraí, topônimo também tupi cujo significado é de águas de remanso (I= água + cará=peixe + I=água -  as águas do riacho faziam um remanso pelo aterramento da foz na ocasião de ondas fortes). Ao norte desta segue-se a praia das Flechas, que brinda o cidadão com o descortínio de micro ilhotas, uma mais afastada a dos Cardos e duas rasantes à areia, a Pedra do Índio e a Pedra da Itapuca,  ita=pedra + puca=furada– esculpidas pelas ondas do mar e pelo vento – são lindas.No final desta praia temos um promontório de corte abrupto, uma pequena praia e uma ilha, quase uma península, todo o conjunto com o nome de Boa  Viagem, onde se juntavam os portugueses para assistirem à partida de navios, em geral para Portugal, acenando-lhes com lenços e toalhas.

                                

                   Ainda para o norte vem a praia de Gragoatá, corruptela de gravatá, de carauá= folha de espinho + ta= duro, uma bromeliácea comuníssima nas  encostas da época do descobrimento; a praia é limitada por um forte de defesa militar com o mesmo nome da praia.

 

                                                 

                     Ao sul de Icaraí, seguindo-a outra praia recebeu o nome devido à palavra latina Charitas=caridade, inscrita na porta de um cemitério de uma ordem religiosa. Jurujuba, outra praia; decompondo: juru= pescoço, juba=amarelo- das barbas louras dos piratas franceses que de 1555 a 1564 se estabeleceram  na região negociando com os nativos. 

 

              

                    A cidade é rica em topônimos tupis em outras praias, lagoas, morros, bairros, ruas e  prédios. Tem sua porção de litoral Atlântico com praias acolhedoras e bairros exclusivamente residenciais onde tem duas grandes lagoas de água salobra – recebem águas de riachos e de chuva, de alata incidência. Nelas se pesca tainhas, robalos carás, bagres e camarões. Neste  litoral  há três ilhas, Pai, Mãe e Menina, ótimas para a caça submarina e abrigo de várias espécies de gaivotas, seus dormitórios, porque passam o dia fora buscando alimentos nos manguezais da Baía da Guanabara, de Guá=baía+nã=semelhante+pará=mar, lugar semelhante ao mar, a grande água salgada que tem os municípios do Rio de Janeiro e Niterói confrontantes a partir da barra, e outros completando o entorno.. Voltando a falar em fortes, existe um muito famoso na entrada da barra que é a Fortaleza de Santa Cruz de vários episódios  históricos um dos mais recentes ter servido de prisão a comunistas a partir da revolução de 1964; um no alto do morro, denominado São Luis além de uma casamata em caverna aberta na rocha, abrigo de munição,  e na praia de mar aberto os Forte Rio Branco, e o Forte de Imbui, imbu,  ymb=árvore, planta + U= água, planta que dá água. Y é rio,  portanto Imbui é rio dos imbus. Estes fortes são abertos à visitação pública. A cidade tem além destas construções centenárias outras de ordem religiosa, Igreja São Lourenço dos Índios com arquitetura jesuítica do século XVII, possui um retábulo-mor,  um vigoroso trabalho de talha em madeira da primeira fase dos retábulos jesuíticos  considerada monumento da fundação de Niterói; Igreja de São Francisco Xavier, sua construção data do século XVII, arquitetura colonial, possui imagem esculpida em pedra-sabão, atribuída à Aleijadinho. Igreja São Sebastião de Itaipu construída no século XVII com arquitetura em estilo colonial , possui um retábulo-mor, de linhas neoclássicas, todo em talha de madeira; 

 

                                                                        

 

 

 Basílica de Nossa Senhora Auxiliadora com arquitetura em estilo gótico e árabe, abriga o maior Órgão de Tubos da América Latina e o quinto maior do mundo. Da atualidade com um conjunto de prédios projetados pelo arquiteto Oscar Niemeyer a orla da cidade a partir do centro traçou-se o Caminho Niemeyer a ser  composto por 11 equipamentos urbanos: o Centro de Memória Roberto Silveira, cumprindo sua missão, a Fundação Oscar Niemeyer, o Museu Petrobras de Cinema, uma Catedral Batista, uma Catedral Católica, a nova Estação das Barcas no Centro, a Estação de Barcas de Charitas, funcionando, hidroviária que recebe catamarãs para transporte de passageiros até o centro do Rio, o Teatro Popular, uma Capela Flutuante dedicada a Nossa Senhora do Líbano, a Praça JK, entregue ao público e o Museu de Arte Contemporânea de Niterói, o MAC,  no final da  Praia de Boa Viagem, num promontório que exibe-se aos olhos extasiados do visitante. Seu formato  lembra um disco  voador com uma base pequena está levantado do solo como se estivesse chegando ou saindo para uma viagem cósmica. 

                                                            

 

                    A cidade é encantadora, simpática, amável, quase sem a violência comum nas metrópoles, tanto que recebeu o epíteto de cidade sorriso há muitos anos e mantida até hoje. Apesar de estar em área metropolitana, não assumiu tal condição, gostamos de seu modus provinciano. E eu nem nasci aqui. Seu povo é o mais acolhedor do Brasil.  

 

Sites de turismo de onde tirei as fotos:  http://www.nitvista.com/  que oferece centenas de cartões para serem utilizados livremente

                                                           http://www.neltur.com.br/port/indice.htm    -   Oficial  da cidade
                                                           http://www.nitideal.com.br/
   -  Turismo    

 

                                             

                                                 



 Escrito por Dácio Jaegger às 00h12 [] [envie esta mensagem]



                        Enrolando a gente com papel reciclado

 

 

                   Usar papel reciclado artesanalmente é gratificante, pois acha o ser humano  que ajuda a natureza a poupar alguma árvore por aí. É que ele pensa que ela ficará de pé nalguma floresta. Falsos ecólogos ou ambientalistas propagam isto e nós inocentes úteis embarcamos. Foi-se este tempo heróico. Hoje todo papel é fabricado a partir de florestas de eucaliptos e pinus plantadas para isto. Reciclar papel polui mais que fabricá-lo a partir da celulose das plantas. Gasta-se mais energia, água e insumos químicos.  Enquanto isto uma floresta de eucalipto ou pinus fixa CO2 poluente livrando a  nós e animais dele,  que é porém,  alimento essencial para a existência da planta. Ajuda  na remoção de um dos causadores  do efeito estufa. E agora?  Perde-se  a diversidade animal da mata que não tem o que comer numa cultura homogênea por falta de folhas, frutas e raízes adequadas, principalmente em relação  ao eucalipto alienígena cujo fruto é uma piorrinha seca sem polpa, quase do tamanho de um ervilha, com apenas sementes microscópicas;  ganham as abelhas para fabricarem mel de excelente odor e sabor.

                   Papel para imprimir ou escrever, o bom é o branco sulfite, o resto é lero-lero para boi dormir.  O reciclado pode ser tão branco quanto o original, então por que aquela cor palha ou pastel tão ecológica? Pura enganação.  O reciclado é fabricado branco e na sua depuração recebe corante para parecer o que é. Os fabricantes intuíram que a cor parda seria emblemática. Ele se destina principalmente a embalagens (papelão - 80% - hipercorado),  fins sanitários (18%- alvejado-branco inocência) e impressão (2% - a cor do engano). Ah, tá! Sanitário, sanitas, saúde – usá-lo atrás das pudendas partes, lugar de expulsão de porção de nossa  poluição interna, com fins nobres. Limpa o que fica grudadinho, ali pela mucosa, uma vez que a maior porção desce direto a céu aberto para rua ou para beirada de estrada; de um barco ou por encanamento alcança rios e lagos, mares e oceanos – aos peixes, é! Peixes comem fezes! Também se agasalha com produtos químicos nos banheiros ditos. Apesar de tudo  o reciclado pode ser usado em novos processos, 8/10 vezes até que a celulose não agüente mais. As fibras celulósicas vão diminuindo no comprimento até não conseguir-se que façam a trama inicial.

                   O papel reciclado virou moda no Brasil, idéia macaqueada da Europa e EE UU. Muitas empresas e instituições enxergaram no seu uso uma forma de se penitenciar junto a um certo público. Seus lucros exorbitantes se dirigem a este uso porque seu cliente desinformado acha que elas fazem um uso decente, ele lê folders bem preparados- elas obtém acumpliciamento de jornais  e revistas (que não usam papel reciclado). Bancos estão adorando, se acham fazendo boas ações sócio-ambientais. O papel  é de má qualidade– as aparas, que são o insumo tem dezenas de más procedências,  a ponto de fabricantes de impressoras ou proprietários de gráficas desaconselharem seu uso.

                    Pelo que se sabe, este problema não é exclusivo do Brasil. A virose reciclante é  doença vivenciada em muitas nações. Há tempos, cinco empresas fabricantes de papel, entre elas a Nippon, admitiram fraude na fabricação  do reciclado. Elas admitiram que mentiram quando diziam usar mais material reciclado do que a realidade. Resultado, grandes clientes estão desistindo do uso deles. O presidente da Nippon (japonesa) pediu o chapéu, deram-lhe a demissão. Toda fraude e ou  mentira de consumo afeta nossa saúde, faz nascer crianças com alergias, provocam  doenças e defeitos genéticos – há sempre um gigante por trás. Fabricam lucros fabulosos sem dó nem piedade sobre o que somos, números e moedas.

                     O que vc acha disto, continuará a usar o papel reciclado? 

***Por incrível que pareça, contra-cheques que recebia do Governo Federal em papel reciclado (caro), hoje dia 9 de maio chegaram no mais ecológico papel branco. São emitidos mensalmente cerca de 1.500.000.    

 

                                      

 

                                            E vc pensa que não pode haver amor entre estes nossos ancestrais?            

                                   

                                
                                                                Vídeo de http://www.picarelli.com.br



 Escrito por Dácio Jaegger às 15h58 [] [envie esta mensagem]



 

Tristeza ter que violar a consciência, principalmente duas, agora três para a partir de uma realidade confessada intra-muros, montar-se uma farsa que negue as evidências que vão sendo mostradas cientificamente. Sina de advogado criminal.

 Em São Paulo, cidade dotada de uma polícia civil, que está mostrando uma capacidade científica digna de ser mostrada em TV a cabo – e quando algum grupo pensar no alcance disto – só poderá contar mesmo com produções paulistas - bom para a cidade, invejável para os outros estados da federação. Daqui a alguns anos criminosos hediondos, como os que vitimaram a pequena Isabella, não ficarão escondidos, poderão até continuar impunes. Mesmo que contem com defensores que arranjam álibis ou desculpas ou falsas evidências, tais como entonações de voz, teatralizadas até sem convicção – a voz em falsete vem de um cérebro horrorizado que tenta enganar a outros. Pára... Pára... Pára... pai... pai!!! teria dito a criança, pedindo agônica que o pai viesse socorrê-la, que  parasse uma ação nefasta por acompanhante circunstante,  por Pára...  Pai... onde “pede socorro ao pai ausente”, pela agressão que está sofrendo. Disse um dos defensores que se tratava de uma terceira pessoa – que não é explicada se homem ou mulher,  estranho a todos. Vizinhos ouviram demais?

A polícia não encontra evidências da presença de terceiros. Não há sinais de arrombamento nas portas do apartamento. Mas encontra sangue da menina no corredor, no quarto, na bermuda do pai, restos dos fios da tela cortada na camisa que vestia (imagine-se a identificação microscópica destes restos em meio às fibras do vestuário). Parte de uma pegada de tênis carimba um lençol que cobre uma das camas junto da janela. Serviu de apoio para se alcançar  a tela cortada à faca (esta levaria o autor do buraco a ficar mais próximo da tela) ou tesoura. Se a criança fosse atirada de  ponta-cabeça, como se diz em SP, teria havido fratura de crânio  com eliminação de porções cerebrais e fraturas cervicais. Daí a conclusão de ter sido jogada segura pelos braços. Se caísse em pé faria fratura de base crânio. Como sangrava minimamente por ferida na testa, devido à pressão baixa, em estado de choque pela fibrilação cardíaca,  pouco manchou seus agressores, que se ajudaram mutuamente no ato de um segurar as pernas e o outro pelos ombros e braços para passar o corpo pelo buraco. Por que o assassinato com a queda? Por que o agressor inicial, perdeu as estribeiras e asfixiou a criança no carro. Com ela desmaiada(?!) achou-se que morrera. O amor aloucado entra em ação. Supostamente morta a menina, há que se proteger o causador (involuntário na cabeça do ajudante atônito). O crime tem cadáver, como escondê-lo? –Ela morreu! E agora? Só tem um jeito, vamos fingir que alguém a jogou pela janela como vingança contra um de nós. Vai dar tudo certo...  (Não dará).

Acha que não deve seu parceiro assumir o assassinato (?) por asfixia. Os cérebros maus, um deles disparatadamente agressivo por constância, unem-se na urgência do desvario para  se tirar o corpo fora da tragédia (sem trocadilho).

 
   
 

 
Ela é um balão  de ensaio?
 
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 Escrito por Dácio Jaegger às 22h21 [] [envie esta mensagem]



                 Senador Cristovam Buarque, li seu artigo Defesa da Vida no O Globo; lá não publicariam minhas observações na íntegra, aqui publico.

 

                A humanidade não se defronta com questões éticas quanto ao uso da ciência e da tecnologia; ela não está nem aí, se considerarmos que além de três  bilhões, cento e cinqüenta milhões mais um habitante seja  maioria sem sintonia educacional e instrutiva uníssona neste planeta errante. A babel aumenta progressivamente.

               O universo das questões éticas  é muito menor e passa ao largo de países pragmáticos onde assuntos com relação ao uso de células tronco nem é coisa do passado, é objeto de pesquisa científica progressista, mesmo que implique gestão de recursos que gerarão lucro aos investidores. Porque sem dinheiro nada se pesquisa. Morte cerebral é fato, conservação de corpo com vida com possibilidade de retorno vígil mostrou-se até agora impossível,  no  entanto, capaz amanhã com o uso de tecido neuronal originado de células tronco.

                No tocante aos embriões hoje conservados em clínicas de fertilização, quando da criação do método fertilizador artificial,  a celeuma levantada por setores religiosos foi risível, quase inquisicional. Hoje há milhares de seres humanos nascidos e criados, batizados, comungando fé cristã ou não, doando haveres ou pagando dízimos. Pelas religiões o mundo estaria  menos populoso artificialmente, porém a ciência e a tecnologia cuidam da saúde e da oferta de alimentos.

                No caso particular do Brasil, interessados  togados e não, e o senhor, com todo respeito, ainda não se entenderam sobre o que é vida. Propalam que após a fecundação é que ela passa a existir. Porquê não conseguem entender  que um óvulo e um espermatozóide têm vida? Este até sabe nadar. Descabriolado, mas sabe! É até cômico vê-los encetando uma disputa na busca de um óvulo. Microscópio, sabe?  Sem vida, ele e óvulo não gerariam  embriões.  doando haveres ou pagando dascido no,  Com vida, porém deficitários, produzem embriões defeituosos que chegarão ou não a termo; estes, com doenças ou defeitos compatíveis com a vida terrestre ou não, caso da anencefalia (veja-se que neste país setores retrógrados e maus impedem que sejam abortados). Os preferem que morram a mingua de oxigênio. A ciência vem explicando às religiões, com pesquisas, desde Leuwnhoek (1676),  toda a pujança da produção de, no caso, um ser humano, eis que desde antanho a ignorância falava tão somente da semente a depositar no ventre e dali surgir o varão ou a varoa (?!).   Todo esclarecimento era recebido à tapa  e escárnio além de esconjuração. Quão ridículo! E a ciência a ajudar a gregos e troianos. Melhorando as condições de vida.

                No caso dos embriões congelados com qualquer idade, estão vivos, há vida latente, basta serem aquecidos no meio nutriente adequado (como as sementes que brotam depois do inverno nas regiões árticas e subtropicais) para serem usados para o bem. A questão é: em média, no final de três meses serão descartados, porque seus donos já obtiveram resultados almejados e nem sabem quantos são. Não irão gastar dinheiro para mantê-los, há que se cuidar do ou dos rebentos almejados. Muito menos  a clínica. Serão desprezados. Irão para o lixo. Reconheça-se sem pejo. Lixo. Não é nobre. A nobreza está na  doação formal para que sejam levados a progredir como tecidos humanos  diferenciados e  tenham a vida asssentada num ser humano. Pessoas prolongarão suas vidas, as terão mais capazes, levantarão e andarão de suas cadeiras e leitos,  terão controle e cura de suas doenças degenerativas.

                Senador, estou de seu lado! Que mentes se iluminem, que saiam das trevas.  Que haja menos covardia com os seres que já são humanos e que podem receber com muita alegria e esperança  a doação dos tecidos humanos advindos das não menos humanas células-tronco.   

 

                                                 

     

                             

 

Niterói, águas escondidas em tupi  reflete a visão dos indígenas que aqui habitavam e que tanto das praias e melhor ainda dos morros e montanhas que existem no



 Escrito por Dácio Jaegger às 14h58 [] [envie esta mensagem]




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